sexta-feira, 24 de julho de 2009
Ontem foi dia de vacina!
Ela tomou a 2ª dose do Rotavirus, 2ª dose da Pentavalente, e 2º dose da Prevenar!
Chorou um montão tadinha! Um amigo meu me perguntou depois: "Quem chorou mais, vc ou ela?". Sempre que a levo tomar vacinas fico com dó, ela começa a chorar e eu quase choro junto!!!
Ontem ela dormiu bastante!
Hoje acordou toda manhosa, está com um pouquinho de febre, reação normal das vacinas...
Dia super chuvoso, bom mesmo pra ficar em casa!
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Mãe é ansiosa, sim. É mãe!
Adorei o texto, me vi totalmente nele!
Espero que gostem também!Mãe é ansiosa, sim. É mãe!
“A partir da maternidade suas prioridades e seus valores mudam e seu filho passa a ser seu bem mais precioso. Acredito que este sentimento é tão forte que fica impossível uma compreensão exata da sua dimensão.”
Por Alessandro Danesi
O pediatra, em sua prática diária, depara-se com frequência com diferentes tipos de comportamento materno, moldado este em consequência de aspectos culturais, étnicos, educacionais e religiosos. Uma característica é inerente a todas as mães: a dificuldade, traduzida em ansiedade, de lidar com a doença do filho, por mais benigna e leve que esta seja.
A ansiedade vem à tona também quando a mãe toma conhecimento de alguma doença ocorrida dentro do ambiente da criança ou notícias veiculadas na mídia sobre o aumento na incidência de determinada doença infecto-contagiosa, ainda que seu filho esteja saudável naquele momento.
Seria este um comportamento reprovável?
Absolutamente, não! Ser mãe é a realização máxima para uma mulher. Por mais bem sucedida que possa estar em sua vida pessoal, profissional ou afetiva, nada se compara ao sentimento de ser mãe. A partir da maternidade suas prioridades e seus valores mudam e seu filho passa a ser o bem mais precioso. Acredito que este sentimento é tão forte que fica impossível uma compreensão exata da sua dimensão. E é justamente todo este amor que determina um comportamento mais ansioso. Há uma dificuldade em avaliar de forma racional a condição do filho; toda adversidade passa a representar uma potencial ameaça à sua integridade. Portanto, a mãe deve ser compreendida, ouvida e acima de tudo acudida nos momentos de desamparo.
A figura do pediatra torna-se fundamental para minimizar o sofrimento da mãe. Explicar que nos primeiros anos de vida doenças virais recorrentes são comuns, orientar sobre sinais que justifiquem um atendimento de urgência, tranquilizá-la a respeito da evolução de determinada doença, em muito contribuirá para tornar a mãe mais segura e serena para lidar com a saúde do próprio filho. É imprescindível o estabelecimento de um vínculo forte e de uma relação de confiança com o pediatra, de modo que ele possa ajudar a sanar dúvidas, anseios e dificuldades da mãe.
O aconselhamento com mães que já tenham vivenciado experiências semelhantes também poderá auxiliar a enfrentar melhor determinada situação.
Por outro lado, assume particular importância o reconhecimento de quadros graves, felizmente raros, caracterizados pela impossibilidade da mãe conduzir uma vida normal. Nestes casos será necessário suporte especializado.
Concluindo: acredito ser absolutamente compreensível e aceitável a ansiedade materna. Sugiro a você, mãe, que não se julgue ou se culpe. Apenas aceite que, por amar tanto seu filho, a ansiedade tomará conta de você em algum momento. Lide com ela e aprenda a controlá-la. Não esqueça que a criança tem uma sensibilidade muito grande. Um ambiente sereno e tranquilizador fará com que tenha um desenvolvimento melhor, tanto no aspecto físico quanto emocional.
Fonte revista Crescer nº 187 - Junho 2009
sábado, 27 de junho de 2009
Vacina - 3 Meses
sexta-feira, 26 de junho de 2009
Vacinas - 2 meses
Após as vacinas minha bebê ficou bem "chatinha", também, depois de 4 vacinas né... foram duas via oral, e uma em cada coxinha, ela estava sentindo dor nas perninhas, não tinha posição pra ficar, nem no colo e nem no berço. Ela não teve febre. Como ela chorava muito quando mexia as perninhas, demos uma dose de Tylenol Bebê, e em seguida um banho ( ela adora banho) acho que a água ajudou ela a relaxar um pouquinho, depois do banho e do remédinho ela dormiu. E quando acordou já estava sorrindo bastante.
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Calendário de Vacinação
| Idade | Vacina | Doses | Doenças que imuniza |
| Ao nascer | BCG - ID | dose única | Formas graves de tuberculose |
| Hepatite B | 1ª dose | Hepatite B | |
| 1 mês | Hepatite B | 2ª dose | Hepatite B |
| 2 meses | Vacina tetravalente (DTP + Hib) | 1ª dose | Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b |
| VOP (vacina oral contra pólio) | 1ª dose | Poliomielite (paralisia infantil) | |
| VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano) | 1ª dose | Diarréia e desidratação causada por rotavírus | |
| Antipneumocócica Conjugada Heptavalente (*) | 1ª dose | Meningite pneumocócica, pneumonia, sinusite | |
| 3 meses | Antimeningocócica C Conjugada (*) | 1ª dose | Meningite Meningocócica C |
| 4 meses | Vacina tetravalente (DTP + Hib) | 2ª dose | Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b |
| VOP (vacina oral contra pólio) | 2ª dose | Poliomielite (paralisia infantil) | |
| VORH (Vacina Oral de Rotavírus Humano) | 2ª dose | Diarréia e desidratação causada por rotavírus | |
| Antipneumocócica Conjugada Heptavalente (*) | 2ª dose | Meningite pneumocócica, pneumonia, sinusite | |
| 5 meses | Antimeningocócica C Conjugada (*) | 2ª dose | Meningite Meningocócica C |
| 6 meses | Vacina tetravalente (DTP + Hib) | 3ª dose | Difteria, tétano, coqueluche, meningite e outras infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b |
| VOP (vacina oral contra pólio) | 3ª dose | Poliomielite (paralisia infantil) | |
| Hepatite B | 3ª dose | Hepatite B | |
| Antipneumocócica Conjugada Heptavalente (*) | 3ª dose | Meningite pneumocócica, pneumonia, sinusite | |
| Influenza (*) | 1ª dose | Gripe | |
| 7 meses | Influenza (*) | 2ª dose | Gripe |
| 9 meses | Febre amarela | dose única | Febre amarela |
| 12 meses | SRC (tríplice viral) | dose única | Sarampo, rubéola e caxumba |
| Hepatite A (*) | 1ª dose | Hepatite do tipo A | |
| Varicela (*) | 1ª dose | Catapora | |
| 15 meses | VOP (vacina oral contra pólio) | reforço | Poliomielite (paralisia infantil) |
| DTP (tríplice bacteriana) | 1º reforço | Difteria, tétano e coqueluche | |
| Antipneumocócica Conjugada Heptavalente (*) | reforço | Meningite pneumocócica, pneumonia, sinusite | |
| 18 meses | Hepatite A (*) | 2ª dose | Hepatite do tipo A |
| 2 anos | Influenza (*) | reforço | Gripe |
| 3 anos | Influenza (*) | reforço | Gripe |
| 4 anos | Influenza (*) | reforço | Gripe |
| 5 anos | Influenza (*) | reforço | Gripe |
| 4 - 6 anos | DTP (tríplice bacteriana) | 2º reforço | Difteria, tétano e coqueluche |
| SRC (tríplice viral) | reforço | Sarampo, rubéola e caxumba |